Diagnóstico e Tratamento de Glaucoma em Alphaville
Vigilância contínua contra a principal causa de cegueira irreversível.
O glaucoma é uma doença que lesa o nervo óptico, em geral associada à pressão intraocular elevada, e é a principal causa de cegueira irreversível — silenciosa até estágios avançados. Na Lumini, o diagnóstico precoce e o controle contínuo são feitos com exames de precisão e acompanhamento regular.
Revisado por Dr. Bruno Almeida, CRM-SP 145.855 · Atualizado em jun. 2026
O glaucoma é uma doença do nervo óptico, geralmente associada ao aumento da pressão intraocular — e a principal causa de cegueira irreversível no mundo. Seu maior perigo é o silêncio: na forma mais comum, não há dor nem sintomas até que parte significativa do campo visual já tenha sido perdida, sem retorno.
Por isso, o diagnóstico precoce é tudo. Na Lumini, a investigação é conduzida pelo próprio especialista, que avalia o nervo óptico, a pressão ocular e o ângulo de drenagem (gonioscopia) e define, caso a caso, o acompanhamento necessário.
O diagnóstico se apoia em exames que realizamos na própria clínica: a tonometria, que mede a pressão intraocular; a gonioscopia, que avalia o ângulo de drenagem do olho; e o mapeamento de retina, que examina o nervo óptico e o fundo do olho. Repetidos periodicamente, esses exames permitem detectar o glaucoma cedo e acompanhar sua evolução. Quando há suspeita de picos de pressão ao longo do dia, a curva tensional diária mede a pressão intraocular em vários horários, revelando variações que uma medição única não capta.
Confirmado o diagnóstico, o tratamento, na maioria dos casos com colírios hipotensores, é ajustado caso a caso e acompanhado de perto, com reavaliações periódicas. O objetivo é um só: estabilizar a doença e preservar cada grau de visão que você tem hoje.
As opções de tratamento do glaucoma incluem os colírios hipotensores, em geral a primeira linha, e, em casos selecionados, o laser ou a cirurgia — a conduta é definida individualmente pelo especialista. O acompanhamento é contínuo: mesmo controlada, a doença exige reavaliações regulares ao longo da vida.
Se há glaucoma na sua família, se você tem mais de 40 anos ou usa corticoides com frequência, a avaliação periódica não é opcional: é a diferença entre controlar a doença e descobri-la tarde demais.
Sinais que merecem atenção
- Histórico de glaucoma na família
- Mais de 40 anos sem medir a pressão ocular
- Perda gradual da visão periférica
- Halos coloridos ao redor de luzes
- Dor ocular intensa com visão embaçada (urgência — glaucoma agudo)
- Uso prolongado de corticoides
Por que escolher a Lumini para glaucoma
- Investigação conduzida pelo próprio especialista em glaucoma
- Mais de dez anos detectando glaucoma em fase inicial
- Acompanhamento contínuo com o mesmo especialista
- Detecção precoce: o fator que muda o prognóstico do glaucoma
Especialistas da Lumini nesta área

Dr. Anderson Manvailer
CRM-SP 141.854

Dr. Bruno Almeida
CRM-SP 145.855

Dra. Gabriela Ferro
CRM-SP 147.360

Dra. Patrícia Mencaroni
CRM-SP 146.412
Agende sua consulta de glaucoma diretamente com Dr. Anderson Manvailer, retina em Alphaville, Dr. Bruno Almeida, retina em Alphaville, Dra. Gabriela Ferro, plástica ocular em Alphaville e Dra. Patrícia Mencaroni, úvea em Alphaville.
Glaucoma tem cura?
Não, mas tem controle. Com diagnóstico precoce e tratamento adequado — geralmente colírios — a progressão da doença pode ser estabilizada, preservando a visão existente. O que se perdeu, porém, não retorna: por isso a detecção precoce é decisiva.
Pressão ocular alta significa glaucoma?
Não necessariamente. A hipertensão ocular é o principal fator de risco, mas o diagnóstico de glaucoma exige avaliação do nervo óptico e do campo visual. Há inclusive glaucoma com pressão normal — por isso o exame completo importa.
Quem deve fazer exame de glaucoma?
Todos os adultos a partir dos 40 anos, anualmente. Antes disso, quem tem histórico familiar de glaucoma, alta miopia, diabetes ou usa corticoides com frequência.
O que é tonometria?
A tonometria é o exame que mede a pressão intraocular — dado central na avaliação e no acompanhamento do glaucoma. É um exame rápido e indolor, realizado na própria consulta. Na Lumini, a tonometria faz parte da avaliação de rotina para todos os pacientes com risco ou diagnóstico de glaucoma.
O que causa o glaucoma?
O glaucoma resulta de um dano ao nervo óptico, tendo a pressão intraocular elevada como principal fator de risco. Idade acima de 40 anos, histórico familiar, alta miopia, diabetes e uso prolongado de corticoides aumentam o risco — por isso a avaliação periódica é decisiva mesmo sem sintomas.
Glaucoma causa dor?
Na forma mais comum, o glaucoma crônico de ângulo aberto, não: a doença é silenciosa e indolor até fases avançadas, o que reforça a importância do exame preventivo. Já o glaucoma agudo, mais raro, provoca dor ocular intensa, vermelhidão e visão embaçada, e é uma emergência.
O glaucoma pode levar à cegueira?
Sim, o glaucoma não tratado pode levar à cegueira, porque causa dano progressivo ao nervo óptico. Por isso o diagnóstico precoce e o tratamento contínuo são fundamentais. Com o acompanhamento correto — colírios, laser ou cirurgia —, a maioria dos pacientes mantém a visão ao longo da vida. A Lumini oferece diagnóstico e tratamento completo do glaucoma.
O glaucoma é hereditário?
Há um forte componente genético no glaucoma. Quem tem familiares de primeiro grau com a doença corre risco maior. Se você tem histórico familiar, recomenda-se avaliação oftalmológica regular a partir dos 40 anos, ou antes se houver outros fatores de risco como pressão alta, diabetes ou miopia elevada.
É possível ter glaucoma e não ficar cego?
Sim. Com diagnóstico precoce e tratamento adequado — colírios, laser ou cirurgia —, a maioria dos pacientes com glaucoma mantém a visão por toda a vida. A chave é o acompanhamento contínuo: o glaucoma é crônico e controlável, como diabetes ou hipertensão. Exames regulares garantem detecção precoce e tratamento antes que o dano avance.
Qual o primeiro sinal de glaucoma?
O glaucoma mais comum (ângulo aberto) é silencioso no início — não há sintomas óbvios até que o dano seja significativo, por isso é chamado de 'ladrão silencioso da visão'. O primeiro sinal perceptível costuma ser a perda da visão periférica. Exames regulares como tonometria, mapeamento de retina e gonioscopia detectam o glaucoma antes dos sintomas.
Qual exame detecta o glaucoma?
O glaucoma é diagnosticado por um conjunto de exames: tonometria (mede a pressão intraocular), mapeamento de retina (avalia o nervo óptico) e gonioscopia (analisa o ângulo de drenagem) — todos realizados na Lumini. Quando indicado, o OCT de nervo óptico complementa a avaliação. O diagnóstico precoce, em consultas regulares a partir dos 40 anos, é fundamental.